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Maratona de jazz muda o ritmo da cidade até 17 de maio

Festival vai ocupar vários espaços culturais da Cidade, com apresentações gratuitas

 

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Maratona de jazz segue até 17 de maio (Divulgação)

De A Tribuna On-line
Por Lucas Krempel


Até o dia 17 de maio, Santos será palco de uma série de apresentações de jazz. É a sexta edição do Rio Santos Jazz, que reúne grandes nomes do gênero em diversos espaços culturais da cidade. Todas as apresentações são gratuitas.

A agenda do festival inclui nomes como Sebastian Rot; Carla Mariani Quartet e Guilherme Doneaux; Giu Nogueira & Bina Coquet Trio; Ricardo Baldacci Trio; Aton Quintet; Conjunto Vocal SP 101; Mario Tirolli Trio; Taryn Szpilman & Trio; Cris Delanno & Nelson Faria, além de apresentação do Conjunto de Violões do Projeto Esculpir.

O Rio Santos também teve um acréscimo de última hora: Duo Taufic e Paula Santoro, no dia 17 de maio, às 20 horas, na Pinacoteca Benedito Calixto.

“Nós preservamos as escolas, não fazemos muito essas misturas, dizendo que isso é jazz, quando na verdade não é. Teremos o jazz tradicional, o swing jazz, jazz manouche, aquele jazz francês maravilhoso, blues, bossa nova, os parentes do jazz muito bem representados”, comenta o idealizador do evento, Cássio Laranja.

Para quem acompanha o festival desde sua primeira edição, o lineup atual traz algumas figuras já conhecidas, mas com repertórios novos e exclusivos.

“São grandes representantes do gênero. Não tenho como deixar de fora. O Ricardo Baldacci Trio, por exemplo, vem com um tributo exclusivo para o Nat King Cole, que completaria 100 anos em 2019 (dia 27 de abril, às 19h, na Pinacoteca). O Baldacci é o principal nome do swing jazz no Brasil. Entre os regionais, a Carla Mariani, desta vez com show de blues em quarteto, está mais intimista, na Pinacoteca (25 de abril, às 20h). No ano passado,ela foi uma grande atração no Coliseu. E teremos a participação do gaitista Guilherme Doneaux”, justifica Laranja.

Uma das metas do produtor é levar o festival ao Rio de Janeiro, completando a proposta inicial de servir como um intercâmbio entre os dois cenários.

“Infelizmente ainda não conseguimos levar os artistas para tocar no Rio. Levaríamos uma edição do festival, em um lugar incrível, em frente à Praia de Copacabana, mas não deu certo. Mas vamos conseguir isso em breve”.

O idealizador do festival, no entanto, destaca o surgimento de um nome do jazz na região. “O Aton Quintet surgiu recentemente, com uma proposta incrível de som. Se apresenta domingo (28), às 19h, na Pinacoteca”.
 

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